terça-feira, 23 de novembro de 2010
Panda vai à escola 3 - The Alphabet Song
Numa tv perto de si, quem é que adivinha quem é esta beleza que aparece no inicio.
sábado, 13 de novembro de 2010
No que é que tu te tornas-te pá!

João Manuel Serra, é o nome do homem que acenava para os automobilistas na zona do Saldanha e do Restelo. Nunca o vi, nem sabia da sua existencia. Aqui, perto de Alverca há um rapaz que se senta em cima de muro e que com um largo sorriso acena para todos os que passam. Maluco penso eu, de cara fechada e sem responder. Maluco foi o que imediatamente me assaltou quando li a noticia no Jornal. Afinal o João Serra pertencia a uma familia abastada que lhe permitiu viver sem nunca trabalhar e ocupáva-se a acenar para os desconhecidos porque reparava que as pessoas seguiam o seu caminho com um sorriso, os sãos como eu (isto é muito descutivel)afinal não ficavam indiferentes ao louco.
Da próxima vez que eu passar pelo rapaz sentado em cima do muro a acenar para toda a gente, vou fazer um esforço e de uma forma muito sã vou levantar o braço...fazer um sorriso e responder ao aceno. È que afinal de contas o Sr. João e o rapaz do muro que tem "um atraso" acabam de dar uma lição aqui ao "são", no minimo...são muito mais simpaticos.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
A Saga dos Bacalhoeiros

...."Não devia existir expedição maritima mais tormentosa que a realizada pelos seus lugres de pesca longinqua. Pelos mares das tempestades frequentes onde a solidão das almas e do próprio tempo escorriam dos nevoeiros angustiantes e dos ventos gélidos e perpassavam os dias e os meses, durante meio ano, na incerteza do ganho e da sorte, com uma memória da familia ou de um amor nos corações"...
Anselmo Vieira conta-nos a ultima viagem do lugre bacalhoeiro "JuliaIV" da qual o próprio integrou a tripulação como piloto. Muito bem contada, esta história faz-nos recuar aos tempos em que os portugueses protagonizavam uma das maiores odisseias maritimas, pela coragem e ousadia que éra necessária e face á falta de meios que a"frota branca" dispunha (já outros paises dispunham de frotas mecanizadas, ainda os portugueses utilizavam alguns lugres de 3 mastros sem motor auxiliar).
Hoje em dia fazem programas destacando a pesca "extrema" que se pratica em modernos barcos potentissimos e com condições de habitabilidade modernas que, comparando com os pescadores dos "dories" faz destes os pescadores do inferno.
Eu nunca tive familiar que fosse pescador, nunca conheci ninguem que tivesse feito a viagem á Terra Nova, acredito que mesmo assim tenho a responsabilidade de pelo menos conhecer um pouco do sofrimento e angustia do meu Povo, de modo a poder dar valor ao seu sofrimento e magros proventos. Para saber muito acerca disto é http://caxinas-a-freguesia.blogs.sapo.pt/.
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Noruega-Alesund

Esta semana tive a visita do casal Mara e Hélio do Maracutu. Vieram do Sul, do Rio De Janeiro mais especificamente de Búzios. Infelizmente não tenho fotos, estou á espera que eles as publiquem para as "sacar".
Tambem tive a visita de uma Viking, veio de Alesund na Noruega. Directamente do grande Norte para estudar em Portugal. Isto está a ficar sério parece que forças maiores me puxam para os grandes espaços e para paisagens de cortar a respiração.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Apesar do silencio,a obra continua.Umas vezes com mais assiduidade, outras nem tanto. Não há-de faltar muito para acabar o convés.
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multichine 45
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Colete Encarnado em Vila Franca
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Antes de mais, é necessário pedir desculpas pela ausência. Não é normal e saudável evocar o entusiasmo de quem me lê, para depois abandonar sem noticias a audiência, mesmo que sejam 4 ou 5 pessoas. A isso se deve antes de mais uma certa frustração em relação á net e aos blogues, talvez a culpa seja minha, dou demasiado...espero demasiado. Regressar ao meu canto, ás vezes parece a opção mais saudável, só não o faço em definitivo porque desejo ficar com um testemunho publicado da construção do barco e por outro lado, algumas das pessoas que insistem religiosamente e diariamente em visitar esta pagina não o merecem.
Por outro lado, a situação mais do que badalada da situação económica e social que Portugal atravessa não é de forma nenhuma o "ambiente" que se procura para um projecto desta magnitude, é quase uma heresia económica o que tenho estado a fazer. Enquanto muitos tentam nesta situação difícil sobreviver, eu, estando no mesmo "barco" estou a fazer.....um barco!agora imaginem , se puderem, o estado de espírito, a frieza que é preciso para levar as coisas para a frente. È um jogo de xadrez enorme e complexo, parar não é opção,mas cada peça é movimentada com todas as cautelas e precauções.
No entanto, a obra não tem estado parada, antes pelo contrário, penso que nunca despendi tantas horas e tantos dias, intervalados por idas ao estrangeiro. Se essas horas e esses dias têm sido produtivos e originado um avanço na obra assinalável....não. Tem sido um arrastar lamechas e monótono pelo convés, uma rotina demasiadas vezes interrompida, insegura e incerta. Mas a coisa vai continuando, ninguém disse que ia ser fácil e eu também já o sabia.
Por outro lado, a situação mais do que badalada da situação económica e social que Portugal atravessa não é de forma nenhuma o "ambiente" que se procura para um projecto desta magnitude, é quase uma heresia económica o que tenho estado a fazer. Enquanto muitos tentam nesta situação difícil sobreviver, eu, estando no mesmo "barco" estou a fazer.....um barco!agora imaginem , se puderem, o estado de espírito, a frieza que é preciso para levar as coisas para a frente. È um jogo de xadrez enorme e complexo, parar não é opção,mas cada peça é movimentada com todas as cautelas e precauções.
No entanto, a obra não tem estado parada, antes pelo contrário, penso que nunca despendi tantas horas e tantos dias, intervalados por idas ao estrangeiro. Se essas horas e esses dias têm sido produtivos e originado um avanço na obra assinalável....não. Tem sido um arrastar lamechas e monótono pelo convés, uma rotina demasiadas vezes interrompida, insegura e incerta. Mas a coisa vai continuando, ninguém disse que ia ser fácil e eu também já o sabia.
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