Antes de mais, é necessário pedir desculpas pela ausência. Não é normal e saudável evocar o entusiasmo de quem me lê, para depois abandonar sem noticias a audiência, mesmo que sejam 4 ou 5 pessoas. A isso se deve antes de mais uma certa frustração em relação á net e aos blogues, talvez a culpa seja minha, dou demasiado...espero demasiado. Regressar ao meu canto, ás vezes parece a opção mais saudável, só não o faço em definitivo porque desejo ficar com um testemunho publicado da construção do barco e por outro lado, algumas das pessoas que insistem religiosamente e diariamente em visitar esta pagina não o merecem.
Por outro lado, a situação mais do que badalada da situação económica e social que Portugal atravessa não é de forma nenhuma o "ambiente" que se procura para um projecto desta magnitude, é quase uma heresia económica o que tenho estado a fazer. Enquanto muitos tentam nesta situação difícil sobreviver, eu, estando no mesmo "barco" estou a fazer.....um barco!agora imaginem , se puderem, o estado de espírito, a frieza que é preciso para levar as coisas para a frente. È um jogo de xadrez enorme e complexo, parar não é opção,mas cada peça é movimentada com todas as cautelas e precauções.
No entanto, a obra não tem estado parada, antes pelo contrário, penso que nunca despendi tantas horas e tantos dias, intervalados por idas ao estrangeiro. Se essas horas e esses dias têm sido produtivos e originado um avanço na obra assinalável....não. Tem sido um arrastar lamechas e monótono pelo convés, uma rotina demasiadas vezes interrompida, insegura e incerta. Mas a coisa vai continuando, ninguém disse que ia ser fácil e eu também já o sabia.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
quinta-feira, 22 de abril de 2010

Angola 1978, 6 rapazes fogem de Luanda num veleiro de 13 metros.O livro não é só a descrição da viagem, também é o desfilar de acontecimentos que nos marcaram a todos e que fazem parte da memória colectiva. José Eduardo Agualusa é peremptório "é bom haver livros assim porque nos devolvem á vida,ao puro sabor da vida e nos permitem continuar a acreditar que em havendo vontade e um barco propicio, toda a viagem é possível.
Hoje, na livraria Bulhosa, rotunda de Entre-campos ás 18h, será a apresentação, eu vou.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
NRP Sagres
Continua a volta ao mundo da "sagres" , agora em "Mar del Plata" em direcção ao sul e ao cabo Horn.
Entretanto a construção continua e a maquina fotográfica com uma avaria impede as fotos, um dia destes elas aparecem.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Como já não digo nada a algum tempo e tenho pouca coisa para mostrar da construção, vou colocando aqui umas coisas que para mim são, ou já foram, inspiradoras.
Aqui junta-se um guitarrista de eleição ( que eu ouvia quando tinha 17 anos), o som quente da Gibson Les Paul e uma musica dos Beatles ( talvez a que eu mais gostava), um trio que me faz ouvir isto vezes sem conta e não tem apenas a ver com a musica. Do tempo em que ainda éramos uns miúdos, só para apreciadores.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Eu e as redes sociais
A melhor forma de definir a minha relação com as redes sociais, neste caso o hi5, é contando este pequeno episódio: a minha filha mais velha (na foto acima) fez-me um pedido de amizade , de seguida entra na minha página e "aceita-se" a ela própria!.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Haiti
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Sagres

O navio escola Sagres vai iniciar a sua terceira circunavegação. O objectivo principal é a formação dos cadetes que fazem parte da tripulação e também marcar presença em eventos e a participação em regatas oceânicas.
Tem estado a passar um anuncio na televisão e nas rádios a anunciar esta circunavegação, simulando a "opinião" do próprio veleiro dando-lhe voz.
Navio-Escola Sagres, construído em 1937/1938 nos estaleiros Blohom&Voss, De Hamburgo. Durante a segunda grande guerra, o navio embateu numa mina, quando efectuava uma missão de transporte de tropas no Báltico, tendo recolhido aos estaleiros do porto de Breneshavem onde foi capturado pelas forças Americanas, em 1945.
Em 1948 o navio foi cedido pelos E.U.A. ao Brasil, tendo sido incorporado na respectiva Armada, com o nome "Guanabara". Em 1962 Portugal adquire-o ao Brasil para dar continuidade ás missões que de há muito vinham sendo desempenhadas por um veleiro idêntico chamado "Sagres", nome que lhe viria a ser atribuído posteriormente.
(fonte ANC)
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